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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Morto de cansaço

Fonte: vilaclub.vilamulher.com.br
Achei-o estranho.
Triste, até...
Vivam-se dias sombrios carregados de sol, e eu olhei-o com admiração mórbida.

Estava muito cabisbaixo, e não dizia uma palavra que não fosse necessária.
E no meio dessa constatação, não tive coragem de o questionar sobre o que o consumia assim.
Às vezes fazemos bem às pessoas só por não lhes perguntarmos nada. Deixá-los permanecer na penumbra até que tenham vontade de ver a luz do sol.

Acordar Nunca Mais

Fonte: fotolog.com
Acorda.

Acorda para mim, uma vez mais.
Por mais que te custe olhar-me, fá-lo uma última vez. Levanta a cabeça e enfrenta os meus olhos um último momento.
Sim, eu sei. Eu sei que não queres despedir-te, mas é o teu próximo passo. Não és tu, sou eu. Também sei isso.

Não elaboraste grandes discursos, não andaste em redor do assunto, foste corajosa e disseste-o.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Prometo Falhar para me Salvar

Fonte: msgqueedificam.blogspot.com

Qual é a cara do desespero?
Qual a expressão da perdição?
Qual o caminho para a salvação, a fuga do desespero e da perdição?

Qual deve ser a penitência?
Qual deve ser o preço a pagar pela falha?
Qual deve ser o sentido da confissão, senão o perdão?